Se aventurando pelo Canadá

Segundo maior país do mundo, depois da Rússia, que engloba seis fusos horários, mas com a população equivalente a um quinto da Rússia. A capital do país é Otawwa e quase 90% da população canadense vive dentro de 200 quilômetros, perto da fronteira com os Estados Unidos, isso significa que o país tem vastas extensões de deserto ao norte.

A relação que o Canadá possui com os Estados Unidos de maior parceiro comercial é um fator determinante para a economia do país. O acordo norte-americano de Livre Comércio, envolvendo Canadá, EUA e México, trouxe um boom do comércio para o país.

O local oferece um grande leque de possibilidades ao alcance dos viajantes que possuem curiosidade. A geografia variada oferece desde bosques de coníferas, montanhas, suaves colinas, praias e lagos, até o som alto dos ventos nos pinheiros.

O Canadá é uma aventura sem fim para seus visitantes, um país de travessias cativantes, por onde vamos viajar no texto de hoje.

Como chegar:

Vancouver tem o segundo maior aeroporto do Canadá e fica localizado na costa oeste do país, é um dos principais aeroportos de entrada para turistas. O aeroporto local fica cerca de 13 km do centro e é ligado ao transporte público da cidade.

O Aeroporto Internacional de Vancouver (YVR) é um aeroporto moderno e de ótima estrutura para os turistas, lá também é possível fazer voos domésticos, mas é preciso considerar que o Canadá é um país enorme e que os voos internos também são longos. Um voo entre a capital Otawwa e Vancouver tem quase 6 horas de duração.

Não há voos diretos do Brasil para Vancouver, sendo preciso fazer pelo menos uma conexão para se chegar à cidade. Os aeroportos de São Paulo (Guarulhos) e Rio de Janeiro (Galeão) oferecem a possibilidade de utilizar companhias como a Air Canada com conexão e Toronto, ou Delta, United e America Airlines, todas com conexão.

Em geral, é preciso ao menos 17 horas de viagem para chegar a Vancouver. Se você fizer conexão em um país que não seja o Canada, deve ficar atento às regras de imigração, por exemplo, quem faz conexão nos Estados Unidos, precisa ter o visto de lá.

Quando ir:

O Canadá é um país de pradarias, florestas, montanhas nevadas, meio ambiente bem preservado e ótima qualidade de vida nos meios urbanos. Tem uma grande vantagem em relação a muitos países tropicais, porque pode ser visitado em diferentes épocas do ano que a paisagem e a experiência será completamente diferente.

No inverno (novembro a março), a paisagem fica mais branca e cinza, linda e completamente diferente do Brasil. A dica para esse período é tentar praticar esportes de inverno na cidade e nas montanhas, ou fazer anjo de neve. Estar bem agasalhado faz toda a diferença para curtir o clima e as roupas do Brasil em sua maioria são pouco quentes.

Na primavera (abril e maio), uma das coisas mais interessantes de observar é a mudança de comportamento das pessoas, muito mais felizes após o inverno. A estação que apreciamos o nascer das flores e a cor verde dos gramados. As temperaturas estão mais amenas e a tendência é pegar mais chuvas em abril e ver florescer os campos em maio.

O verão canadense (junho a agosto) tem temperaturas que chegam a 35ºC, mas mesmo assim o tempo pode virar durante o dia e você sentir falta de um casaquinho. É neste período que há várias promoções e dá pra fazer compras por um preço bem legal. Esta também é a época que o Canadá mais recebe turistas e os preços podem ser mais altos, nesses meses as escolas de inglês também ficam lotadas.

Durante o outono (setembro e outubro), as temperaturas são mais amenas, mas sempre tem aquele friozinho no fim do dia. As melhores semanas do outono no Canadá estão especialmente em Toronto, Otawwa, Quebec e Montreal. Lá a coloração das folhas vem com força total e é possível enxergar muitas folhas belíssimas em tom de vermelho, amarelo e laranja.

Moeda do país:

O sistema de moeda canadense usa dólares e centavos como nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia. O dinheiro em papel vem em cores e designs diferentes. Os mais comuns são $5 bills (azul), $10 bills (roxo), $20 bills (verde), $50 bills (vermelho) e $100 bills (marrom).

A maioria dos hotéis, lojas e restaurantes aceitam dólares americanos, mas algumas vezes sob um câmbio mais baixo do que em bancos ou aeroportos. Grandes hotéis vão normalmente oferecer uma taxa similar às taxas dos bancos. Para verificar a cotação do dólar canadense hoje clique aqui.

Para trocar o dinheiro canadense, você pode ir até qualquer instituição financeira reconhecida, banco, empresa de confiança, ou casa de câmbio. Faça a conversao do seu dinheiro antes de sair de casa. Para informações sobre taxas de troca de moedas, cheque o Conversor de Moedas do Banco do Canadá

O horário bancário lá é de segunda-feira à quinta-feira das 09h30 às 16h, mas nas sextas-feiras, muitos bancos ficam abertos até às 18h.

Visto Canadense:

Para solicitar o visto canadense, você pode fazer o processo via internet. Por meio desse link você confere as instruções passo a passo dadas pelo Consulado do Canadá no Brasil. Ao acessar a ferramenta, você vai responder questões básicas sobre você, fotografar e anexar as imagens dos documentos pessoais e pagar a taxa de múltiplas entradas, cerca de 100 dólares canadenses.

Desde maio de 2017 o visto canadense para brasileiros sofreu algumas mudanças para quem já esteve no Canadá ou Estados Unidos. Agora, os cidadãos brasileiros que tiveram visto canadense emitido nos últimos 10 anos, ou o visto americano de não imigrante válido, poderão entrar no Canadá sem necessidade de uma nova autorização.

A medida, que já está em vigor, permite que os brasileiros solicitem uma autorização de viagem eletrônica. O processo para fazer a solicitação é simples e de custo baixo, leva poucos minutos para ser concluído. Essa autorização vale por 5 anos e permite várias viagens por períodos curtos para fins de turismo, negócios e intercâmbio.

A autorização é apenas um formulário eletrônico com detalhes da viagem. Em geral, o documento é aprovado em alguns minutinhos e pago apenas uma vez, lembrando que pode ser usado por até 5 anos ou até o passaporte expirar.

Para solicitar, o único site válido é o site do Governo do Canadá. O cidadão precisa de um passaporte, cartão de crédito ou débito e um e-mail. O pagamento é apenas uma taxa de emissão que custa 7 dólares canadenses (cerca de 16 reais).

Vale lembrar:

  • Gorjeta é uma prática bem comum no Canadá, mas normalmente não são adicionadas às cobranças de restaurantes. Apesar disso, os salários dos colaboradores de restaurantes são baseados na expectativa de que a equipe receberá boa porção em gorjetas.
  • O país possui dois idiomas oficiais, o inglês e o francês. O francês é falado majoritariamente em Quebec, enquanto Nova Brunswick é bilíngue. As demais províncias falam principalmente o inglês. Como o país é bilíngue, qualquer produto à venda nos supermercados e lojas possui informações nas duas línguas.

VANCOUVER:

A cidade é de um lado cercada pelo mar e do outro cercada por montanhas cheias de florestas que ficam branquinhas durante o inverno. Vancouver atrai visitantes por conta das fotos, da fama, da beleza e da qualidade de vida que oferece.

Está localizada na província da Colúmbia Britânica e entre as três maiores regiões metropolitanas do Canadá. Uma cidade que oferece as facilidades de grandes centros urbanos e culturais, mas com um gostinho de cidade pequena. Oferece de tudo um pouco que vai desde lojas, restaurantes, comércio, parques, bairros tranquilos, transporte público, até montanhas e praias, além de um povo extremamente acolhedor.

Chegada a cidade:

Nós chegamos no Canadá por Vancouver e fizemos o nosso roteiro pelo país de carro alugado. Para sair do aeroporto você pode utilizar táxis, transporte público e até limusines. Alguns hotéis oferecem o serviço de traslado de forma gratuita. Uma corrida de táxi entre o aeroporto e o centro da cidade custa cerca de R$ 35 e é uma boa opção para quem está com malas ou em família.

Se você está entre aqueles que querem economizar, a melhor maneira é utilizar a linha de trem Canada Line – YVR Airport Station, que vai do centro de Vancouver ao aeroporto em 26 minutos e o melhor de tudo, sem precisar passar por congestionamentos.

O SkyTrain, que faz esse trajeto custa R$5 + o valor da passagem até o seu destino. (O valor das passagens são calculados por zonas, quanto mais zonas transitadas, mais cara a passagem). Se você quer uma única passagem para sair do aeroporto e chegar ao centro da cidade, vai gastar cerca de R$9.

Uma dica para quem deseja se deslocar em Vancouver de transporte público por alguns dias é pensar quanto se espera utilizar o transporte público no mesmo dia. Se as viagens forem poucas, é vantajoso usar o “single fare”, em que você paga por uso. Se for utilizar muitas viagens no mesmo dia, compre um “day pass”, que permite utilizar o transporte de modo ilimitado por R$ 9,75.

Quando ir:

O inverno de Vancouver não é tão frio quanto em boa parte do país. Durante essa época do ano, as estações de esqui são boas opções de passeio. O verão é o período em que a cidade tem dias mais alegres, as praias ficam lotadas, as ruas repletas de turistas e as atividades ao ar livre são deliciosas.

Apelidada de Raincouver (apelido que remete às chuvas frequentes), a cidade chega a ser comparada ao Rio de Janeiro pelo visual deslumbrante. O inverno na cidade (dezembro a março) tem os meses mais úmidos e o verão (junho a setembro) é mais quente e seco e o sol se põe depois das 21h.

O outono e a primavera são as melhores estacoes para quem não quer sentir tanto frio ou tanto calor. A cidade fica linda na primavera e super colorida no outono, quando as folhas das milhares de árvores de bordo (árvore com a folha da bandeira do Canadá) que ganham tons de vermelho, laranja e amarelo.

Onde ficar:

A cidade oferece opções de hospedagem para todos os bolsos e gostos, há hotéis luxuosos de redes internacionais e também albergues simples e baratos. Em relação a localização, a melhor ideia é ficar no centro da cidade, pois estará próximo dos pontos turísticos, restaurantes, comércio e tudo mais.

A região metropolitana da cidade ainda engloba áreas como West Vancouver e North Vancouver, mas a melhor opção ainda é a região central. Lá você vai poder fazer muitas atividades a pé, vai aproveitar a vida noturna e fazer compras tranquilamente. Do centro é possível fazer todos os passeios, mesmo em locais mais distantes, usando o transporte público.

Os distritos vizinhos de Downtown oferecem uma localização bem central, com áreas de comércio e bons restaurantes. Gastown é um bairro bastante boêmio, com bastante movimento durante o dia e bares agitados à noite. Yaletown é para quem gosta de jantar fora e ter a oportunidade de conhecer cervejarias artesanais.

Em geral, as acomodações não são muito baratas no Canadá, então é sempre válido fazer uma boa pesquisa antes de viajar e não deixar para última hora. A alta temporada acontece no verão, se sua ideia é conhecer a cidade nesse período, faça sua pesquisa com antecedência.

Como Circular:

As caminhadas pelo centro de Vancouver são tranquilas e muito agradáveis. Se estiver disposto a conhecer a cidade a pé, vai precisar de um calçado confortável e energia para explorar a cidade. Conhecer a cidade de bicicleta também pode ser uma boa, lá as bicicletas fazem parte da vida dos moradores. Lá da pra alugar uma bicicleta e seguir sua viagem pela cidade.

O transporte público de Vancouver é integrado e composto por ônibus, metrô e barcos. Como os veículos funcionam de maneira integrada, incluindo baldeação entre eles, você vai ter até 90 minutos para realizar seu trajeto pagando uma tarifa única.

A cidade tem quase 200 linhas de &ônibus, 3 linhas de metrô e uma linha de catamarãs. A região metropolitana fica divida por zonas e o valor da tarifa depende da distância da viagem. A tarifa unitária de qualquer um dos transportes custa menos de 3 dólares para quem utiliza dentro da zona 1.

Não esqueça que ônibus não oferecem troco e se você quiser pagar sua passagem com dinheiro, é preciso ter o valor exato da passagem em moedas.

Os táxis em Vancouver funcionam com taxímetro e junto com os Ubers podem ser uma boa opção de transporte em viagens de curta distâncias.

Onde comer:

Apreciar a gastronomia de Vancouver é uma parte inesquecível da sua viagem. Há uma variedade de restaurantes na cidade por conta da quantidade de imigrantes, mas os preços costumar ser um pouco salgados.

Opções de restaurantes legais e baratos:

  • Freshii – Faz parte de uma rede de restaurantes presentes em vários países. Lá você mesmo monta a salada usando diversos tipos de ingredientes frescos, por menos de 10 dólares canadenses. Confira aqui.
  • Trafiq – Bolos, tortas, quiches, sopas, sobremesas, drinks e muito mais nesse café de Vancouver. O Trafiq preserva o estilo europeu e serve comida, pães e cafés frescos o dia todo. Confira aqui.
  • The Red Onion – Hamburgueria que oferece opções veganas até diversos tipos de carne, com molhos caseiros especiais. No The Red Onion, com 8 dólares canadenses dá para comer um lanche com ingredientes frescos e combinações surpreendentes.
  • Indigo Age Café – Um café com opções sem glúten, alimentos orgânicos e para veganos. O local ainda oferece aulas de culinária e introdução alimentação saudável com receitas mais calóricas conhecidas e adaptadas a esse estilo de vida. Confira aqui
  • Saj & Co. – Apresenta a culinária libanesa com ingredientes frescos e combinações que proporcionam verdadeiras experiências gastronômicas. São oferecidos muitos pratos saudáveis e bonitos. Confira aqui.
  • Hons Wun-Tun House – Restaurante famoso pelo mix com camarões e arroz crocante com um preço bem em conta. Há também noodles e pratos orientais com valores próximos a 10 dólares canadenses. Confira aqui.

O que fazer:

  • Stanley Park: Um dos melhores parques do mundo. Ele possui uma história e natureza muito rixa e foi uma das principais regiões de Vancouver a ser explorada. Ao contrário de grandes parques urbanos, esse parque não é uma criação arquitetônica, ele é a evolução da junção entre uma floresta e o espaço urbano. O lugar é impressionante e pode ser considerado a principal atração da cidade.
  • Kitsilano: O lugar da cidade que tem o pôr do sol mais incrível de todos. A região da praia tem diferentes bares, quadras de esportes, um calçadão para passear e uma piscina com 137 metros de comprimento e a única piscina de água salgada aquecida de Vancouver.
  • Grouse Montain: Uma montanha de 1231 metros localizada próxima ao centro da cidade e aberta ao ano todo. No inverno, o local vira uma estação de ski com mais de 20 pistas. No verão, o local se transforma em espaço para fazer trilhas e subir a montanha.
  • Gastown: Um bairro fundado em 1867 que carrega uma mistura de edificações vitorianas, lojas, pubs e muita história. Nesse lugar você vai encontrar lojas para comprar lembrancinhas, cafeterias, cervejarias e o famoso relógio a vapor. O relógio apita a cada 15 minutos e é uma das atrações mais populares da cidade.
  • Robson Street: Uma rua super famosa e muito movimentada. Lá você vai encontrar lojas, bares, cafés, produtos japoneses, restaurantes e a cultura da cidade.
  • Yaletown: Um bairro localizado no centro de Vancouver, onde antigamente era uma área industrial cheia de armazéns e pátios ferroviários e hoje está transformado em um bairro residencial. O local possui marinas, parques e os edifícios mais altos da cidade, o estádio de hockey.
  • Capilano Bridge: Você não pode deixar de conhecer a famosa ponte suspensa com 70m de altura que é uma das grandes atrações da cidade.

OESTE CANADENSE

Nossa viagem vai percorrer agora o Oeste canadense, o melhor local para explorar as maravilhas da natureza ao ar livre. Nesta região, você consegue aproveitar uma excursão para a vida selvagem, tomar um banho calmante nas nascentes de água quente, apreciar a incrível vista das montanhas cobertas de neve e curtir os lagos de água turquesa.

REVELSTOKE:

Uma cidade localizada no sudeste da província de Colúmbia Britânica no Canadá, com uma das paisagens mais incríveis para conhecer no Canadá. Revelstoke é um destino de luxo com ótimas opções de hospedagem, excelente para esquiar e desfrutar da natureza.

A região é repleta de montanhas e trilhas que durante o verão servem para fazer caminhadas ou andar de bicicleta. No inverno, a temporada de esqui movimenta os hotéis de luxo, pois a tradicional cidade fundada em 1880, fica a apenas a 641 quilômetros a leste de Vancouver, e a 415 quilômetros ao oeste de Calgary, Alberta.

Revelstoke fica ao lado do Glacier National Park, chamado de “Coroa do Continente” por causa do horizonte incrivelmente irregular e também do Mount Revelstoke National Park.

O Glacier National Park tem um dos ecossistemas intacto e oferece a possibilidade de observar a vida selvagem com animais exóticos como, alces, carneiros selvagens, urso negro e linces.

O parque abriga uma das estradas de montanha mais incríveis do mundo, a estrada Going-to-the-Sun, com 80 km de extensão. Infelizmente, apesar de toda essa visão espetacular, o local tem apenas 25 geleiras identificadas dentro do parque, atualmente. Em 1800, as geleiras eram cerca de 150 e nesse ritmo, os especialistas acreditam que as geleiras que dão nomes ao parque, vão quase desaparecer até 2030.

CANMORE:

Canmore é um município canadense da província de Alberta. A cidade pequena e charmosa fica localizada a 20 km da entrada do Parque Nacional de Banff e 45 minutos da cidade de Banff indo de carro.

Possui cerca de 10 mil habitantese abriga no inverno uma grande quantidade de turistas. O local serve de refúgio para quem busca um bom passeio, com boa estrutura, ótimos restaurantes e cafés sem estar presentes em cidades maiores, como Banff.

Boa parte dos canadenses alegam que a cidade abriga um dos melhores points de esqui do país. Há muitas opções de hotéis e como a cidade é bem pequena, fica fácil de se locomover sem o uso de carro alugado.

A região se destaca pelas diversas trilhas que passam por dentro da cidade, ficam super bem localizadas e são fáceis de fazer, ótimas para quem está apenas começando a se aventurar. Já pra quem curte pedalar, é legal alugar uma bike para fazer a trilha de 20km feita especialmente para bicicleta e que se estende até a cidade de Banff.

O Canmore Nordic Center é uma das estações de esqui da cidade que vale a pena conferir. Tem atividades para todos os níveis e uma vista surpreendente em cima das montanhas. Além disso, os dias de muita chuva e frio, a cidade oferece o Elevation Place como atração a ser visitada. O local é um centro comunitário que tem uma bicicleta indoor, academia e um centro aquático, tudo por uma taxa diária que custa cerca de 15 dólares canadense.

Onde comer:

Um dos lugares mais famosos da cidade é a microcervejaria The Grizzly Paw . Um lugar bem legal para comer no final da tarde, mesmo para quem não gosta de cervejas. Quem gosta deve pedir o menu degustação e vai experimentar cervejas deliciosas. Os canadenses costumam sair de suas cidades e se deslocarem até Canmore para apreciar uma cerveja do The Grizzly Paw.

Outro lugar incrível para um bom café da tarde ou da manhã é o Rocku Mountain Bagel, um dos poucos lugares que fazem o próprio pão bagel, tradicional do Canadá, em diversas versões como parmesão, integral e etc. Eles servem também bolos saborosos, chás e sanduiches.

BANFF:

A região de Banff possui lindas montanhas que ficam cobertas por neve, geleiras e até cachoeiras quando há momentos de degelo. Um dos destinos mais lindos do Canadá oferece muitas atividades para os viajantes que passam por ali.

As atrações não estão localizadas apenas em Banff ou no Parque Nacional de Banff, quando você sai da cidade para conhecer atrações um pouco mais afastadas, vai perceber que há muito para ser explorado.

Atrações:

Em Banff, você não pode deixar de visitar a Banff Gondola, um teleférico que leva a uma montanha de 2,281 metros e oferece uma vista impressionante. Ali você vai enxergar do alto a beleza desse lugar, além de apreciar uma paisagem inesquecível!

Banff Upper Hot Springs é outro lugar que você não pode deixar de visitar. Uma piscina de águas naturalmente quentes deliciosa para conhecer no final do dia, embora fique muito cheia durante o verão.

Na parte urbana, um bom passeio é andar de bicicleta ao longo do Bow River, o rio de águas verdes e cristalinas que corta a cidade de Banff e que tem as Bow Falls, quedas d’água que formam uma paisagem incrível para o Fairmount, um hotel da cidade.

A beleza dos lagos chama tanta atenção quanto as próprias montanhas. A água desses lagos é glacial, cristalina e possui uma coloração impressionante. Os tons de verde e azul dos lagos ficam muito aparentes durante o verão, quando eles estão descongelados e sob a luz do sol. É magnifico observar a cor individual de cada lago que fica ainda mais incrível com as montanhas ao fundo.

Lake Louise:

O Lago Louise merece um espaço especial só pra ele no nosso texto. Isso porque, ele é um dos lagos mais famosos do mundo, localizado no Parque Nacional de Banff e é uma das imagens que representam o Canadá.

A cor esmeralda da água vem de partículas de rochas conduzidas ao lago por águas derretidas das geleiras que sobrelevam o lago. Há atividades de recreação na área, tais como caminhadas pela região, escalada de blocos e esqui. Nele é possível também fazer trekking nas montanhas, ou alugar um caiaque para ficar ainda mais perto de suas águas contagiantes.

JASPER:

A pequena cidade de Jasper está no maior parque nacional. Um mundo de gigantescos picos cobertos de neve, estrondosas cachoeiras, lagos de esmeralda e vida selvagem admirável. O parque funciona o ano todo e nunca fecha, mesmo quando o Centro de Informações está fechado.

A viagem é indicada para casais, famílias, ou grupos de amigos que estejam procurando contato com a natureza. A melhor época para ir é de junho a setembro. Caso você escolha ir durante o inverno (dezembro e janeiro), haverá passeios diferentes, com opções de ski e snowboard, além da possibilidade de visitar cachoeiras e lagos congelados.

Jasper também é um bom local para ver animais selvagens. Porém, não crie muitas expectativas de ver ursos pardos, pois eles não aparecem com a facilidade que vemos nos filmes e seriados de TV.

A principal e mais incrível atração da cidade é o Jasper National Park, que da mesma forma que seus vizinhos Banff, Yoho e Kootenay, foi declarado patrimônio mundial pela Unesco, em 1984 e tem mais de 10 mil quilômetros quadrados de vales, montanhas, geleiras, florestas e rios selvagens.

O parque é dividido em 5 regiões: Icefields Parkway, Jasper Town, Edith Cavell e 93A, Maligne Valley e Miette Hot Springs. Com um cenário diferenciado, você vai encontrar picos nevados, geleiras, cachoeiras, lagos, cânions, cavernas e vida selvagem.

Para acessar ao parque, nele incluído a Icefields Parkway, que é a rodovia que liga Banff a Jasper Town, é necessário adquirir o ticket. O bom é que o mesmo ingresso é válido para o Jasper, Banff, Yoho e Kootenay. Atente-se apenas ao horário de validade do bilhete, que normalmente vai até às 16:00 h do dia seguinte.

O que fazer:

  • Bow Lake:

Um dos lagos mais bonitos da região.

  • Peyto Lake:

Mais um lago incrível. Para acessá-lo, será necessário fazer uma pequena caminhada de 600 m, a partir do estacionamento.

  • Maligne Cannyon

Os cânions do Rio Maligne são impressionantes e podem chegar a 50 metros de profundidade.

  • Waterf Lake:

Lago maravilhoso, conhecido por suas fotos de reflexo. Prepare a sua câmera!

  • Athabasca Falls:

Cachoeira concorrida e de fácil acesso. Existem várias pequenas trilhas na região, vale a pena explorar bem para encontrar os melhores ângulos da cachoeira e do cânion.

  • Horseshoe Lake:

Lago muito popular entre os moradores, que costumam nadar e praticar jumpping. A localização do lago não está identificada no mapa, nem há placas de sinalização na estrada, quem chega lá é porque conhece ou recebeu indicação.

Onde ficar:

Se hospedar dentro do parque é extremamente caro e as opções se esgotam muito rápido, principalmente em feriados ou no verão. Para quem faz o trajeto no sentido Banff a Jasper, uma boa opção é se hospedar em Hinton, a apenas 69 km do parque. A cidade oferece hotéis infinitamente mais baratos do que em Jasper Town, supermercados com bons preços, fast-foods, postos de gasolina e farmácias.

KAMLOOPS:

Kamloops se declara como a cidade mais amigável da região de British Columbia (Columbia Britânica), província no oeste do Canadá, pois se revela um destino envolvente e acolhedor, que combina diversas atrações de lazer e cultura.

Considerada como a capital esportiva do país, atraindo todo ano milhares de visitantes e atletas para curtir eventos e instalações desportivas de primeira linha. Com mais de 100 lagos na região e dois rios que se encontram no coração da cidade, os esportes aquáticos são os favoritos, mas as modalidades na neve e o golfe muito sucesso.

A vida ao ar livre em Kamloops é curtida ao máximo pelos moradores. No verão, as pessoas costumam fazer piqueniques ou apreciar festivais de música ao vivo em um dos diversos parques existentes, percorrer trilhas de bike ou caminhar às margens do rio. Ainda é possível escalar penhascos e tomar banhos de cachoeira.

A observação da vida selvagem em reservas naturais também está entre as atrações, assim como um vale reconhecido por monges tibetanos como sendo o Centro do Universo. No inverno, a cidade é ideal esquiar ou patinar no gelo.

Ao passear pela área urbana, não perca o trajeto histórico do centro da cidade. O tour pela antiga linha ferroviária é outra diversão: nela há passeios e locomotivas temáticas, como o Trem Fantasma e o Trem de Natal.

Onde comer:

A cidade possui mais de 200 restaurantes e bistrôs para uma aventura gastronômica. Casas especializadas em grelhados, frutos do mar, pizzas e culinária internacional como indiana, japonesa, chinesa, italiana e até suíça. Além das lanchonetes fast-food das principais redes mundiais e food trucks variados.

Transporte na cidade:

Os moradores de Kamloops andam bastante de bicicleta, inclusive para ir ao trabalho. A maioria dos ônibus locais é ecologicamente correto e adaptada às pessoas portadoras de deficiência e alguns passageiros levam a bordo até seus pequenos animais de estimação, dentro das casinhas ou gaiolas de mão.

WHISTLER:

Uma vila localizada nas montanhas costeiras, apenas duas horas ao norte de Vancouver e é um dos principais destinos do Canadá durante o ano todo. O cenário é composto por duas montanhas em que fica a animada vila e espaços incríveis para esqui e snowboarding. Além disso, também é possível encontrar quatro campos de golfe, restaurantes e bares, trilhas, spas e um parque de mountain bike.

A vila foi construída ao redor de uma passarela para pedestres. No local você pode encontrar desde teleféricos até lojas, hotéis e acomodações, restaurantes, entretenimento e diversas atividades. Whistler oferece todas as comodidades esperadas de um resort de nível internacional, mas ainda é pequena o bastante para que os visitantes apreciem a cultura única das montanhas e o ambiente agradável.

O inverno conta com muitas formas de aproveitar a neve, como o esqui, o snowboarding, tirolesa, trenó de cães, motos de neve e etc e a a temporada de esqui é longa, vai de novembro a junho. É muita neve! A cidade e as montanhas ficam cobertas de branco. Crianças e adultos, vestindo casacos coloridíssimos dão o tom da estação. Os dias são curtos. Amanhece por volta das 7:00hs e às 5:00hs da tarde já está escurecendo.

Whistler tem uma grande variedade de locais para hospedagem, que vão de hotéis, apartamentos, até alojamento simples para todos os tipos de bolsos. Um ótimo local para visitar durante o inverno e também no verão. Já no verão, as montanhas são um belíssimo cenário para andar de bicicleta, fazer caminhadas e passeios no alto da montanha. É possível praticar tirolesa, golfe, praticar esportes aquáticos, conhecer lagos e praias e etc.

O que fazer:

Além de toda exuberância natural, Whistler oferece uma programação de eventos bacanas para os turistas e frequentadores da vila, incluindo concertos ao ar livre, festivais, música ao vivo, mercados e entretenimento ao vivo nas ruas.

Onde comer:

A vila satisfaz a todos os apetites com diversas opções para o café da manhã, almoço, após esquiar e no jantar. Experimente comida saudável em restaurantes ao lado da montanha com vistas incríveis e preços para todos os bolsos. Restaurantes e chefs premiados oferecem pratos apetitosos de diferentes culturas e regiões, muitos deles com ingredientes orgânicos. Confira as opções de restaurante.

Fonte do texto sobre Whistler

VICTORIA:

Localizada na costa oeste do Canadá, a pequena ilha de Victoria é também a capital da província de British Columbia. A cidade é uma mistura do antigo charme britânico com a modernidade do novo mundo, sendo um dos principais destinos turísticos do país.

Victoria oferece aos seus visitantes uma ótima oportunidade de fugir de uma vida agitada e aproveitar toda sua riqueza arquitetônica, belíssimos jardins e praias, românticos castelos, aventuras radicais, tradições culturais e uma experiência culinária através de sua imensa variedade de restaurantes e pubs.

A cidade é detentora do clima mais ameno em todo o país. A primavera é bastante amena e já chega com uma explosão de flores coloridas por toda a cidade. No verão os dias ensolarados deixam o clima mais seco, com temperaturas médias entre 11ºC e 20ºC, durante os meses de Julho e Agosto. O outono é um pouco mais frio. No inverno o tempo é chuvoso e é raríssimo nevar na cidade, as temperaturas giram em torno de 4ºC e 6ºC.

O que fazer:

Há muito que ver e fazer em Victoria, é apenas uma questão de escolha. Enquanto estiver passeando pelas calçadas de Inner Harbour, aproveite um belíssimo por do sol, atrás de um gramado verde e bem cuidado, você poderá avistar o Parlament Building, que é aberto à visitação durante a semana.

Nos meses da primavera e verão, as pessoas costumam deitar-se na grama para relaxar, ler ou ouvir música, enquanto curte os dias de sol. O local é palco de muitos dos festivais e eventos que ocorrem anualmente na cidade. À noite o prédio ilumina a cidade com as centenas de luzes coloridas ao redor de toda sua estrutura.

Para quem prefere um roteiro mais histórico, aproveite para apreciar alguns dos imensos totens que ficam ali próximos ao prédio do Parlamento, representando as tradições indígenas locais, bem como dar um pulinho no Royal BC Museum e no Museu de Miniaturas. Um pouco mais distante, a cidade também possui alguns castelos abertos à visitação do público, o Craigdarroch e o Hatley Castle, que fica à cerca de 30 minutos de ônibus de downtown, mais precisamente no campus da Royal Roads University.

Não deixe de visitar o Fairmont Empress Hotel, um dos principais ícones da cidade. Construído no início do século passado, uma construção que parece mais um castelo de contos de fadas, conta com mais de 450 quartos, muitos deles inclusive já frequentados por celebridades famosas e membros da família real britânica. Na época do Natal, confira a exposição com mais de 70 árvores temáticas e decoradas, que ficam espalhadas por todo o hotel. A visitação é gratuita!

A Government Street é como um shopping a céu aberto, sendo o local ideal para adquirir suvenires, artigos de artesanato locais e lembranças bastante criativas. Há também nessa rua diversas lojas, boutiques, restaurantes e para os fãs de chocolate, é altamente recomendável dar uma passada na Rogers Chocolate.

Para aqueles ligados à natureza, o Beacon Hill Park é o maior e principal parque da cidade. O local inclui diversas quadras esportivas, românticos jardins, um mini zoológico, espécies exóticas de plantas e diversos animais que andam livremente pelo espaço, como pavões, patos e esquilos. Ao norte da cidade há o maravilhoso complexo de jardins do Butchard Gardens, cartão postal de Victoria, que costuma oferecer shows pirotécnicos incríveis durante os finais de semana.

Em Fisherman’s Wharf existem diversas opções de tours para a observação de baleias e vida selvagem, o chamado Whale Watching e também para fazer kayaking. É um ótimo local também para degustação de diferentes culinárias e, dependendo da época do ano, alimentar algumas focas que vivem na região e vão até o píer em busca de comida.

Transporte na cidade:

O transporte em Victoria é extremamente simples e prático, já que na cidade só existem ônibus. É bastante comum também a utilização de bicicletas para locomoção, já que nos ônibus há estruturas para que o estudante possa acoplá-las ao veículo durante seu trajeto.

Onde comer:

Em Victoria a qualidade da gastronomia é ótima e existem muitas cozinhas de quase todos os países. Confira alguns restaurantes que valem a pena conferir na cidade: Ithaka Greek Restaurant, Shirley Delicious, Blue Fox Cafe, IL Terrazzo, Ulla Restaurant, Stage, Skinny Tato, Point no Point, Red Fish Blue Fish, Murchie’s, Chorizo & Co. , Cafe Brio.

Fonte do texto sobre Victoria

TOFINO:

Tofino é conhecido mundialmente como um santuário ecológico reconhecido pela Unesco – órgão da ONU para a Educação, Ciência e Cultura. Por ser um dos últimos locais com natureza ainda virgem na região, a cidade tornou-se um dos pontos turísticos mais cobiçados na Província de Columbia Britânica. Para isso, a região conta com uma variada gama de bons hotéis, pousadas, bares e restaurantes.

No Verão, entre os meses de junho e setembro, a temperatura média varia em torno de 20 graus. Nas outras épocas do ano, a temperatura fica entre 5 a 10 graus.

Como chegar:

Para quem está em Vancouver, o acesso a Tofino é bastante simples. Uma das opções é utilizar a rápida e confortável linha de barcos “BC Ferries”, que fazem a ligação entre as principais cidades na região de Vancouver. Além de comportar um grande número de passageiros, os barcos acomodam ainda carros, num sistema semelhante a das balsas brasileiras. Há também, pequenos aviões que saem diariamente de Vancouver e Vitória.

O que fazer:

O complexo turístico de Tofino oferece diversas opções de lazer, direcionadas tanto para jovens, crianças e adultos. As atrações incluem desde passeios ecológicos a atividades esportivas como golfe, pesca e surf. Outra opção são os passeios guiados para se ver baleias que costumam habitar as águas da região durante o Outono e a Primavera.

Fonte do texto sobre Tofino

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